História

No ano de 1995, as irmãs de Santa Dorothea chegaram em São Paulo na região Sul da cidade de São Paulo, no Distrito do Grajaú, mantendo vivo o espirito do fundador, criaram uma rede de pessoas interessadas na vida dos jovens.

 No ano de 1998, um grupo de mulheres vindas de várias comunidades, começou se reunir uma vez por mês na casa das Irmãs Dorotheas, para uma formação que visava o crescimento delas como ser humano capaz de vencer seus medos e conflitos. Em seguida, elas passaram a detectar os problemas sociais das comunidades, particularmente as drogas, que geravam grande violência no bairro, onde por semana muitos jovens, inferiores a 16 anos, eram violentamente assassinados, muitas vezes em frente ou no pátio da Igreja. Ainda hoje, a maior dificuldade no Distrito do Grajaú é o comercio de drogas. Para responder a essa realidade no dia 5 de março de 2001, nasceu o Centro de Convivência “Santa Doroteia” com 23 crianças e adolescentes. Até o ano de 2007, contou com o trabalho de 35 voluntários e não tinham outra ajuda financeira estável, a não serem doações.

 A partir do ano de 2008, fomos conveniados com a Prefeitura (serviço CCA – Centro para Crianças e Adolescentes com 120 atendidos), isso nos permitiu a contratação de 14 colaboradores entre: Gerente, técnico administrativo, orientadores sócio-educativos, oficineiros, agentes operacionais e cozinheiras. No ano de 2012, ampliamos o serviço atendendo 180 crianças e adolescentes. A partir do ano de 2013, o Convenio possibilitou a contratação de uma assistente social. A presença dos voluntários, ao longo destes anos, continuou sendo uma força importante para o desenvolvimento do Projeto.

 O CCSD promoveu um projeto educativo para crianças e adolescentes fazendo com que eles sejam artífices de seu próprio desenvolvimento, para que se tornem homens e mulheres:​

  • Autônomos – capazes de tomar decisões e de serem senhores de sua vida pessoal e social, como indivíduos e membros da sociedade;
  • Solidários – capazes de se interessar pelos demais e compartilhar suas inquietações;
  • Responsáveis – capazes de assumir responsabilidade por seus atos, cumprir as obrigações assumidas e levar a bom termo as tarefas iniciadas;
  • Comprometidos – capazes de afirmar-se em defesa de seus valores e de agir em consequência, favorecendo, assim, a plena realização de seu potencial como pessoas e como membros da sociedade.